9 razões médicas para se fazer ****
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9 razões médicas para se fazer ****

1. Proteção cardiovascular 
O coração pode até sair ganhando de verdade quando um **** mais caliente marca presença no dia a dia. "Durante a relação ****, como em um exercício físico moderado, há um aumento temporário do trabalho cardíaco **** da pressão arterial", explica o cardiologista José Lazzoli, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício **** do Esporte. Para preservar as artérias, contudo, é preciso suar a camisa no mínimo 30 minutos diários cinco vezes por semana. "Nem todo mundo consegue fazer **** com essa duração **** frequência", observa o especialista. Então, a mensagem é somar às noites intensas uma corrida ou caminhada no parque pela manhã, por exemplo. Recado à turma que tem hipertensão descontrolada ou doença coronariana: consulte o médico. Nesses casos, tanto o coração pode atrapalhar o **** quanto ele pode atrapalhar um coração com problemas.
 
2. Um remédio contra a dor 
Durante o bem-bom, o corpo fabrica uma porção de substâncias, entre hormônios **** nurotransmissores. Uma delas é a endorfina, a mesma que dá as caras quando se pratica um exercício físico por alguns minutos. Essa molécula capaz de aliviar as sensações dolorosas é descarregada para valer no ápice da relação, o orgasmo. "Ela é o maior analgésico do nosso corpo", afirma a médica Ruth Clapauch, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia **** Metabologia. **** sua ação se prolonga após o ato ****. Os especialistas estão começando a acreditar que, somada ao trabalho da ocitocina - outro hormônio liberado **** hora do gozo -, a endorfina ajuda a aplacar dores crônicas **** cabeça **** nas juntas.
 
3. Um basta ao excesso de estresse 
Ninguém precisa ser cientista para saber que uma boa transa apaga a quase inevitável tensão do dia a dia. Mas saiba que até os pesquisadores estão cada vez mais interessados nesse potencial, que é maior quanto mais intenso for o ****. Um estudo da Universidade de Paisley, **** Escócia, constatou: os voluntários que faziam questão da penetração respondiam melhor a situações estressantes. "A atividade **** diminui o nível de ansiedade", diz o urologista Joaquim de Almeida Claro, da Universidade de São Paulo (USP). "Só se deve tomar cuidado para não transformar o **** a dois numa mera descarga de estresse", lembra a psicóloga Ana Canosa, daSociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. É que, nesse caso, vira algo mecânico, quase obrigatório, sem envolvimento emocional. Aí não tem graça - **** nem tanto efeito.
 
4. Autoestima lá em cima 
Qual o órgão do seu corpo que mais se aproveita de uma extenuante sessão a dois? Ele mesmo, o cérebro. Ora, lá se encontra o verdadeiro terminal do prazer. Quem agrada constantemente essa central de instintos **** emoções ganha uma baita massagem no ego. "A autoestima melhora porque o indivíduo se sente desejado pelo outro", resume a psicóloga Ana Canosa, de São Paulo. **** não pense que essa guinada no astral se deve apenas ao orgasmo. "As preliminares também são fundamentais, sobretudo para a mulher, que precisa ser tocada **** beijada. A excitação promove uma maior liberação de hormônios, aumentando o tamanho do canal vaginal **** as chances de chegar ao orgasmo", diz o ginecologista **** obstetra Francisco Anello, do Hospital **** Maternidade São Luiz, em São Paulo. Ou seja, tudo que antecede a penetração tem o seu valor para o corpo **** para a mente **** parceiros, "mas sem orgasmo não se usufrui de todo o bem-estar após aquele acúmulo de tensão", diz Ana.
 
5. Mais prazer, menos gordura 
Para manter a forma, homens **** mulheres podem se dirigir a uma quadra de futebol, a uma piscina ou, por que não, a uma ****. Ora, o **** é saboroso esporte de dupla. É óbvio que não dá para pensar em eliminar a barriga de chope ou definir a silhueta apostando apenas nisso. Mas ele não deixa de ser um aliado da queima de pneus. "O esforço de uma atividade **** equivale, em média, a um trote a 7,5 quilômetros por hora", calcula o cardiologista José Lazzoli. "Dependendo da intensidade da relação, é possível queimar de 100 a 300 calorias", contabiliza Anello.
 
6. Defesas reforçadas 
Fazer **** uma ou duas vezes por semana tornaria o sistema imune mais preparado para entrar em combate. É o que sugerem pesquisadores americanos que compararam amostras da saliva de pessoas sexualmente ativas com as de voluntários que pouco se aventuravam **** ****. Eles concluíram o seguinte: quem transava com certa frequência abrigava mais anticorpos. O resultado, no entanto, ainda carece de um consenso entre os médicos. Isso porque, para muitos deles, uma defesa mais a postos não seria fruto da atividade **** em si. "Há, sim, trabalhos mostrando que pessoas felizes têm melhor resposta imunológica. **** a atividade **** sem dúvida traz felicidade **** qualidade de vida", pondera Joaquim Claro.
 
7. Músculos fortalecidos 
Não dá para elevar o quarto à condição de academia, mas a atividade entre quatro paredes exige o esforço de alguns grupos musculares. Tudo depende, por exemplo, das posições **** hora agá, mas é possível trabalhar as coxas, o dorso **** o abdômen. No caso das mulheres, a relação ainda cobra a movimentação **** músculos da vagina. "Há um aumento do fluxo sangüíneo para a região", conta a fisioterapeuta especialista em urologia Sophia Souto, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista. "Durante o orgasmo, por exemplo, há uma contração **** músculos pélvicos", diz. Quando unida a exercícios específicos para aumentar o controle da própria vagina, a relação ajudaria a tonificar sua musculatura, diminuindo o risco de problemas como a incontinência urinária.
 
8. Lubrificação nota 10
Essa é para as mulheres que se aproximam da menopausa ou já atravessam o período marcado pela derrocada do hormônio feminino. Um **** principais reflexos da queda de estrogênio é a falta de lubrificação **** vagina - um problema bastante comum, que leva à secura nessa região. "Mas aquelas que, após essa fase, mantêm relações sexuais tendem a apresentar menos atrofia do órgão genital", conta a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Já as mulheres que raras vezes se divertem com o companheiro não só sofrem mais com o incômodo como também podem sentir mais dores durante a penetração.
 
9. Para dormir pesado 
Sim, uma noite tranquila também depende de uma **** movimentada. O que o casal costuma comprovar **** prática a medicina sabe explicar: "A relação favorece o relaxamento muscular", afirma o urologista **** terapeuta **** Celso Marzano. Isso porque, graças ao orgasmo, o corpo recebe uma enxurrada de substâncias que não demoram a agir, fazendo com que o indivíduo sinta uma mistura de bem-estar **** exaustão. "O sono costuma vir depressa depois de um **** mais vibrante", observa Marzano. Mas, caro leitor, aguarde mais um pouco antes de rumar ao quarto.

Mar 3, 14 10:21 PM

Tags: ****, médico

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